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3 de nov. de 2011

Yoshi no Hausu #02 - Mother 3 [GBA]


Tadaimaaaa minnaa-saaaaaan~
Sejam todos bem vindos ao Yoshi no Hausu!!!!

O game da semana é o RPG mais estiloso, cult, hardcore e triste de todos os tempos, MOTHER 3! \O/

Ele foi desenvolvido pela HAL Laboratory, Inc. e Brownie Brown e publicado pela Nintendo para o Game Boy Advance em 20 de abril de 2006. Ele foi lançado apenas no Japão, até atualmente. Foi criado e dirigido por Shigesato Itoi , com música de Shogo Sakai. Mother 3 conta a história de Lucas, um menino e seus amigos que viajam a Islands Nowhere para salvar as ilhas de um exército invasor e seu líder, a introduzir novas tecnologias e infra-estrutura para as ilhas.

Até seu lançamento, o jogo permaneceu no topo da lista de jogos mais procurados da Famitsu. Imediatamente, antes de seu lançamento, Mother 3 foi o jogo mais procurado no Japão de acordo com a Weekly Famitsu.


A origem de Mother 3

O game começou com um projeto intitulado "EarthBound 64", uma seqüência direta do segundo jogo da série Mother, conhecido como EarthBound no ocidente lançado para o Super Nintendo.
EarthBound 64 estava em desenvolvimento há muitos anos, até que o projeto foi finalmente encerrado em 21 de agosto de 2000, parcialmente devido à certas falhas da unidade de disco do Nintendo 64, o Nintendo 64DD. Mother 3 foi anunciado em Junho de 2003 nos os comerciais de Mother 1 + 2 nas redes de televisão no Japão. Os detalhes de seu desenvolvimento foram mantidos em segredo, apenas um trailer e algumas imagens foram divulgadas. O que temos certeza é que EarthBound 64 foi totalmento reformulado em Mother 3.

Comercial de Mother 3 para Nintendo 64DD

Comparação entre o Nintendo 64DD e Game Boy Advanced:

(Clique para ampliar)



Resumão da história e personagens principais

A história de Mother 3 acontece nas Ilhas Nowhere, em um período de tempo desconhecido. O caos se instala depois de uma invasão pelo Exército Pigmask, em homenagem aos uniformes que se assemelham a porcos, e seu líder "King Porky", vindos de um lugar diferente do tempo. Eles lentamente constroem uma força policial, que fazem testes na fauna e flora da Terra , introduzindo novas tecnologias e infra-estrutura nas ilhas. Os vários capítulos do jogo registram a vida de um menino chamado Lucas, sua família e amigos, unindo-se para livrar o Nowhere Islands do Exército Pigmask.



O jogo começa com Flint, que após um incêndio na floresta, descobre que sua esposa Hinawa e seus filhos Lucas e Claus não voltaram para a aldeia ainda. Ele então se propõe a procurar por eles com a ajuda de seu cão, Boney e o ladrão de residências, Duster. Ele logo descobre que sua esposa morreu, deixando seus filhos órfãos de mãe. Depois de descobrir que Drago que matou sua mãe, Claus decide ir atrás dele para matá-lo. Flint, com a ajuda de Alec, pai de Hinawa, vai procurá-lo. Claus perde a batalha e é dado como morto, pois seu corpo desapareceu e Flint não conseguiu o encontrar aos redores. E assim inicia toda aventura em Nowhere Island.


Ao contrário dos dois primeiros jogos, o foco não está mais em um grupo de crianças. Alguns capítulos colocar personagens completamente diferentes no papel protagonista. Em um capítulo o jogador controla Duster, um ladrão manco, em outro capítulo, o personagem principal é Salsa, um macaco que está constantemente sofrendo abusos por parte de um rico comerciante viajante chamado Fassad. A única criança que o jogador pode controlar em todo o game é Lucas, que tem cerca de 9-10 anos de idade nos três primeiros capítulos e 12-13 anos no restante do jogo. Mais personagens controláveis ​​incluem: Kumatora, uma princesa moleca, Flint, um cowboy de meia-idade estranho pai de Lucas, e o cão de Lucas, Boney.


Fiel ao slogan do jogo "estranho, engraçado e de partir o coração", Mother 3 possui um enredo mais peculiar comparado aos jogos anteriores, e tem como ponto forte uma história muito mais sombria e bem mais emocional. A trama envolve alguns eventos trágicos e tristes, como mortes, perdas de pessoas amadas, sequestro de macaquinhas e violência contra animais silvestres. xD
No entanto, o jogo ainda mantém elementos muito bem-humorado e bizarro que são destaques da série.


Aparições em outros games

As principais aparições dos personagens de Mother 3 e no jogaço de Nintendo Wii, Super Smash Bros Brawl, onde Lucas é um dos personagens jogáveis.




Em Super Smash Bros Brawl temos direito até a uma versão bem bacana da música You Call This a Utopia?! música tema de New Pork City em Mother 3.


E o jogo A Kappa's Trail desenvolvido pela Brownie Brown para DSi Ware faz referencia a alguns personagens de Mother 3, como Ocho e Pigmask.





Fan translation?!

Mother 3 é um daqueles jogos de RPG que você sempre vai sonhar em jogar, mas nunca poderá tê-lo original em seu Game Boy Advanced, devido o seu lançamento ter sido apenas em terras nipônicas. A não ser que você saiba ler em japonês. xD

Diversos de fãs de Earthbound, frustrados por terem aguardado por 12 anos o lançamento de seu game mais querido em japonês, uniram-se no site starmen.net e criaram um grupo de tradução. Em dois anos traduziram todo o jogo para a língua inglesa e disponibilizam o patch para download em um site específico na internet.

Para os curiosos, fãs e amantes dos jogos de RPG vale a pena dar uma conferida na tradução. Basta clicar no link ao lado >>> The Mother 3 Fan Translation


Considerações finais


Na minha opinião, Mother 3 é um dos melhores jogos de RPG já lançado nos consoles da Nintendo. Me arrisco até em dizer que é o melhor dos melhores. Seus gráficos em 2D são nota 10, muito bem desenhados e animados.

A trilha sonora é viciantemente psicodélica. A ambientação nos tempos de hoje, nos aproxima do "clima" que o game proporciona.

Os capítulos dividem, e unem, a história muito bem. Mostrando em certos momentos uma mesma situação em pontos de vista distintos. Sem contar com o clima pesado, entre perda de entes queridos, e a necessidade de superação, crescimento do eu interior de alguns personagens transformam um jogo aparentemente infantil em um jogo totalmente adulto.



Em alguns jogos de RPG o fato de subir de nível, treinar e enfrentar dezenas de monstros tornam o jogo chato e massante. Em Mother 3 as coisas não são diferentes. Devida à dificuldade elevada dos chefes e de alguns inimigos no cenário, nos levam a perder horas e horas treinando no mesmo lugar até atingir determinado nível. Em compensação, a vontade de avançar na história será tão grande que poucos sentirão tédio ao perder umas horinhas para subir uns 4 níveis.

E apesar do clima pesado da história de Mother 3, existem diversos momentos bem divertidos no jogo. Como por exemplo na parte em que o pai de Duster dança para abrir uma passagem secreta. Os monstros que surgem no cenário são bem caricatos, como no Earthbound, e as situações criadas pelo próprio Duster são engraçadas também.


Gráficos: 10 - Som: 10 - História: 10 - Replay: 8 - Diversão: 10

Nota geral: 9,6



OBS: A Yoshi's House não incentiva e nem apoia qualquer tipo de pirataria.
E muito menos se responsabiliza por qualquer dano causado por usos irregulares de ROMs ou Flashcards.
Esse seria um bom assunto para um podcast... xDD

14 de out. de 2011

Yoshi no Hausu #01 - Nanashi no Game [NDS]



Konbanwa minnaaa!!
Watashi tachi wa Yoshi no Hausu Desuuuu!! O/

Boa noite galeraaaa!!
Nós somos o Yoshi's House!! O/

Aqui quem vos fala é o Igor Sano, e estamos começando hoje a primeira matéria de nossa nova seção do site, o Yoshi no Hausu! (ヨッシーハウス) \O/



Vasculhando as infinidades da internet buscando noticias, curiosidades e novidades diversas acabei parando no site GBAtemp.net. E antes de ler qualquer página do fórum me deparei com a noticia sobre a tradução de um jogo, até o momento desconhecido para mim, chamado Nanashi no Game (ナナシ ノ ゲエム Nanashi no Geemu, lit. "Jogo sem Nome" ou "O Jogo que não tem Nome") lançado em 7/3/2008 no Japão, desenvolvido pela Epics e publicado pela Square Enix. *o*

Curioso, fui buscar um pouco mais sobre o jogo e descobri que o mesmo só foi lançado no Japão e que o gênero dele é Survival Horror em primeira pessoa! Na minha opinião é um RPG mesclado com Survival Horror e uma pitada de point-and-click! ;D

Logo abaixo segue uma breve resenha sobre o que eu joguei e um pouco de outras experiencias que encontrei pela internet de outras pessoas que já jogaram o Jogo sem Nome!


~ O Jogo que não tem Nome ~

Nanashi no Game tem uma premissa bem simples: no mundo existe um jogo de vídeo game amaldiçoado, e quem jogar o jogo vai morrer em sete dias. Embora isso possa soar como um plágio barato de The Ring / Ringu (ou O Chamado aqui no Brasil), é importante lembrar que essa idéia não é nova. Esse "elemento de condenação" nos faz lembrar diversas histórias a um longo, longo período de tempo, como por exemplo a Arca da Aliança na Bíblia hebraica. Os designers pegaram esta premissa bem conhecida e criou algo novo e especial.

~ Sobrevivendo ao medo ~

Geralmente há dois modos de colocar medo no mundo dos jogos - o medo repentino e o medo "parcelado". O medo repentino acontece quando um gato salta de um armário ou um zumbi vem através da janela. Medo "parcelado" é aquele quando uma história assustadora é combinada com uma atmosfera inquietante. Nanashi coloca ambos os tipos de medos na mesa, o que deve agradar a maioria das pessoas que procuram um bom jogo de horror.


Você começa o jogo no mundo real. Este primeiro modo de jogo é bem sombrio e é dividido em três dimensões, permitindo a exploração de alguns locais bem familiares de survival horror - a casa vazia, o metrô, as ruas assustadoras, o hotel... Tudo está enferrujado ou quebrado. E ainda por cima, a música é opressiva e bonita ao mesmo tempo, e dá ao jogo uma sensação sombria inquietante.
Quanto ao layout, os cenários são identicos a de locações reais, o que é muito bacana. Pilhas de caixas e buracos no chão limitam a sua exploração, e há uma abundância de portas trancadas.
O tempo em que se leva para ir de um lugar ao outro é um pouco demorado, parte por causa do tamanho da fase, parte devido a lentidão em que o personagem se move.


Quanto mais você avança na história, mais o jogo amaldiçoado te assombra no mundo real. O jogo sem nome começa a se infiltrar no mundo real adulterando-o. Ele surge em telas de computador e televisores aleatórias, e a música tema o segue enquanto isso. Esses pequenos toques fazem para alguns os momentos mais arrepiantes no jogo inteiro.
Conforme o modo em que você progride, as "fases" do mundo real tornam-se mais e mais perigosas. As vítimas anteriores do jogo amaldiçoado estão assombrando você, e eles se tornam cada vez mais agressivos. Cada fantasma é introduzido em uma cut scene bem renderizada. Os gráficos in-game fazem jus as cut scenes, deixando seus movimentos bizarros e suas faces com expressões de vingança infernais.


Como em alguns jogos do gênero, você estará completamente impotente contra os fantasmas. Você não tem nenhum pacote de prótons, sem camera obscura, sem placa com um prego nela. Sua única opção é fugir ou correr entre eles, e se for pego por algum deles será imediatamente morto. Ocasionalmente, você verá um fantasma de pé em algum lugar, mas essa é muitas vezes uma pequena brecha para ser emboscado e morto. Em raras ocasiões, eles seguem um caminho definido, permitindo que você os evite enquanto eles dão as suas voltas, mas não há como seguir esse linha de ação / stealth. Assim você poderia muito bem ser um Pac-Man esquivando dos fantasmas. Não há muito além de tentativa e erro para dizer como lidar com cada um fantasma.



~ Um pouco sobre a jogabilidade ~

Os controles neste cenário são interessantes - que você segura o DS como se fosse um livro-, e controla o seu personagem com o touchscreen. Tocando o centro da tela se move para a frente, enquanto toca perto das bordas da tela permitem que você olhar ao redor em 360 graus. O d-pad acrescenta em sua movimentação, permitindo que você vire e caminhe mais rapidamente. Você também pode usar a tela, para de maneira muito simples, interagir com portas, escadas e afins. Enquanto o touchscreen oferece um controle, a outra tela oferece uma perspectiva ímpar, dando uma imagem estéreo do ambiente do jogo.
Como pode ser visto nas imagens, a jogabilidade pode parecer ser um pouco diferente, mas depois de alguns minutos de jogo tudo flui bastante naturalmente.


Este controle no estilo de livro é um dos elementos mais ambiciosos do jogo. Infelizmente, é provavelmente a parte mais frustrante de todo o jogo. Se você ocasionalmente se desligar dos cantos, e não prestar atenção em olhar ao redor pode facilmente resultar em sua morte. No inicio os controles são um pouco difíceis, e causou leves caibras em minha mão até que depois encontrei uma posição confortável. ;D



Tenho certeza que os designers do jogo deliberadamente limitaram a sua velocidade no jogo para aumentar o suspense e o tempo de jogo, eu particularmente prefiro correr, ainda mais quando se trata de fantasmas! xD Também é difícil acreditar que quando alguém se depara com uma coisa morta-viva e fica a beira da morte eles simplesmente andam rápido pelos cenários. O principal problema da jogabilidade são os controles não podem ser alterados. Aparentemente canhotos não foram considerados, e você é forçado a controlar o jogo em uma configuração destra. Mas os ambientes do mundo real não são a única razão para se jogar Nanashi.

A cereja no topo do bolo é o RPG retro, é o que realmente impulsiona a trama para frente e seduz o coração da maioria dos jogadores.

~ RPG estilo 8bits em um survival horror? ~



No modo RPG se encontram os pontos-chave do enredo do jogo, às vezes involuntariamente, às vezes por escolha. Sua ligação com o jogo é através de um sistema de jogo portátil, o TS, identico ao Nintendo DS, até o seu menu. Este dispositivo permite que você receba e-mails relevantes para a trama, e também há um pouco de mau funcionamento na presença de fantasmas, semelhante a estática no rádio da série Silent Hill.


No instante em que você entra no mundo do jogo amaldiçoado, você sabe que eles acertaram em cheio. Basta dar uma olhada nos gráficos e notar uma breve semelhança com o primeiro Final Fantasy. A música tema é bonita e soa tão autêntica que você poderia jurar que nunca tinha escutado ela antes. Os gráficos em 8 bits parecem um vaga lembrança dos RPGs antigões de 1987.


O primeiro local em 8 bits que você vê, e aquela em que você passa mais tempo durante todo o jogo, é uma pequena aldeia. Preenchida com lojas de itens, estalagem, e numerosos NPCS, cada um repetindo uma única frase por toda a eternidade.

Apesar de sua autenticidade, algo fora deste jogo está dentro do jogo. São glitches, ou bugs como estamos acostumados a dizer, com formas estranhas interrompendo a paisagem a cada passo que você dá. Você tem um dispositivo móvel cuja interface está configurada como um DS - mesma tela inicial do DS, com um jogo com o nome corrompido. Personagens dizem e fazem coisas no jogo que normalmente nunca iriam fazer, e cada vez que você jogar, você sente que há algo acontecendo no fundo, algo sangrento e obscuro. A bela temática é eventualmente corrompida, tornando-se uma versão torcida e distorcida de si própria.


Você passa um tempo relativamente curto no jogo amaldiçoado, mas essas viagens são muito memoráveis. Personagens fazem estranhos rituais e outros personagens morrem tragicamente, todos ilustrados em pixels.

Os locais dentro do RPG são bastante interessantes, incluindo túneis, caminhos florestais, e uma tela cheia de estátuas assombradas. Um fator ruim deste modo é que a maior parte da história de Nanashi é contada através protraits com o diálogo, sendo seu sprite o único participante ativo.


Os designers fazem bom uso da natureza dupla do jogo. Alguns puzzles são resolvidos usando tanto o mundo real quanto o jogo amaldiçoado, e coisas que acontecem no jogo amaldiçoado realmente ajudam a desvendar os mistérios da trama no mundo real. Uma cena no jogo amaldiçoado realmente reflete o que está acontecendo no mundo real, repetindo os mesmos eventos em duas dimensões.



A jogabilidade real dentro do RPG é muito rasa. Você nunca luta contra um monstro ou sobe de nível. Você pode falar com o dono da loja de itens, mas você não tem ouro para gastar lá. Não há inventário e sua capacidade de interagir com qualquer coisa dentro do jogo é extremamente limitada. É da mesma forma que no cenário do mundo real. Você não tem um estoque para guardar itens, e além da rara peça de papel ou da chave, você não precisa clicar em nada no jogo exceto nas portas.

Esse é o objetivo de Nanashi no Game. Uma história para ser vivida e um mundo a ser explorado. Você não batalha, os quebra-cabeças mal podem ser chamados de tal, e o enredo é bastante secundário ao modo com o qual ele é contado.


~ Enredo e algumas considerações finais ~

O enredo do jogo determina o seu comprimento: a partir do momento em que o personagem joga o primeiro modo de jogo, ele ou ela (você pode escolher o sexo do personagem, afetando seu sprite no jogo amaldiçoado) tem exatamente sete dias para viver. É irrelevante o que o personagem faz antes de jogar o jogo amaldiçoado. E uma vez que a maldição seja resolvida pela sobrevivência ou morte, não temos mais interesse. E os dias / níveis são muito curtos. Fique feliz por esse fato, pois só é permitido salvar o jogo entre esses níveis.



Estes sete dias de vida passam muito rapidamente, e depois de terminar não há muita longevidade. Eles fizeram esconder alguns itens dentro do jogo amaldiçoado que, quando todos são coletados, vai alterar o final do jogo. No entanto, você teria que fuçar cada centímetro do jogo para encontrar todos os itens. Para os jogadores Hardcores masoquistas, há um modo desbloqueavel que transforma todos os fantasmas invisíveis.

Assim, o primeiro jogo tem suas desvantagens - os controles são imaginativos, mas falta, o playtime é curto, você só pode salvar quando terminar um nível, e a jogabilidade é bastante superficial. Por outro lado, é uma experiência divertida, proporciona alguns sustos bem legais, e é claro, conta uma grande história!



~ Nanashi no Game Trailer ~


~ Curioso sobre a tradução? ~

Mais informações sobre a tradução em inglês feita por fãs:


OBS: A Yoshi's House não incentiva e nem apoia qualquer tipo de pirataria.
E muito menos se responsabiliza por qualquer dano causado por usos irregulares de ROMs ou Flashcards.

2 de set. de 2011

[NDS] Kirby Mass Attack Minigames (Preview + Trailer)


Hoje foi divulgado no canal oficial do Nintendo DS no Youtube, um vídeo revelando os minigames que o jogador poderá habilitar durante o game. Os minigames são:

[NDS] Preview: 'Professor Layton & The Last Specter'


No dia 29/08/2011 a Level-5 International America Inc. anunciou em seu Facebook a data de lançamento do jogo Professor Layton & The Last Specter para Nintendo DS.